Captação ativa junto a editais, anjos e fundos, gestão completa da rodada e capital anjo com recursos próprios — com um modelo que só remunera a DZB quando a rodada acontece.
Abrimos as empresas, estruturamos a operação e gerenciamos a rodada sem custos de entrada. A remuneração da DZB acontece com o início da captação — o fundador foca no crescimento, não no caixa da estruturação.
Com uma única coleta de informações, executamos todas as etapas. Você acompanha o andamento e participa só quando necessário.
Adiantamos os custos de formação das estruturas, no Brasil ou no exterior, e cuidamos da documentação necessária para a rodada.
Abertura de contas bancárias e remessas com parceiros: investidores enviam, startups recebem — sem fricção.
Suporte estratégico e operacional para atrair investidores, negociar termos e garantir o capital — captação ativa, conduzida pela DZB do primeiro contato ao closing da rodada.
Acesso às fontes de capital certas para cada momento: editais de fomento e programas de inovação, investidores anjo e fundos de venture capital — com diagnóstico, estratégia e preparação para cada uma.
Investimento da DZB com capital próprio nas primeiras rodadas de startups de tecnologia, no Brasil ou no exterior. Entramos cedo, com visão de longo prazo e envolvimento real na jornada.
Apresentação da startup, do momento e do objetivo de captação.
Avaliação do negócio, da tração e do fit com a nossa tese.
Definição do formato: aporte, gestão de rodada ou ambos.
Formação das empresas, contas e documentos — sem desembolso inicial.
Aproximação de investidores, negociação e fechamento da captação.
Co-investimos e conectamos fundadores a fundos e redes do ecossistema — e integramos o inovabra habitat, ecossistema de inovação do Bradesco.
Gestão de rodada é a condução ativa da captação de investimento de uma startup: definição da tese e do valor, preparação dos materiais, aproximação de investidores, negociação de termos e fechamento — executada pela DZB Invest ao lado do fundador.
Não há desembolso inicial. A DZB Invest abre as estruturas, adianta custos de formação e gerencia a rodada; a remuneração acontece com o início da captação.
A DZB Invest investe capital próprio em startups de tecnologia em estágio pre-seed e seed, no Brasil ou via estrutura offshore, e também co-investe ao lado de fundos como Latitud, ONEVC e SaaSholic.
Depende dos investidores-alvo. Fundos internacionais geralmente exigem holding em Delaware ou estrutura Cayman–Delaware–Brasil. Se a tese de captação inclui capital internacional, a estrutura deve vir antes do roadshow.
Em geral, meses. O prazo depende da preparação da startup, do estágio e do apetite do mercado — a fase de estruturação e materiais é a que mais influencia o tempo total.
Fundadores e co-investidores: a conversa começa do mesmo jeito.